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Crise de 1929 - 9A

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Question 1
1.

Question 2
2.

Question 3
3.

Question 4
4.

Question 5
5.
Complete corretamente o texto abaixo acerca do cenário estadunidense durante a década de 1920.


__________ viveram, durante os anos de __________, um período de grande prosperidade econômica. Em clima de euforia, a sociedade denominou o período como __________, amplamente caracterizada pelo __________ de bens duráveis.

Viver bem tornou-se um __________ de consumir mais. O auge da moderna civilização __________ consagrou o "american way of life", isto é, o __________ de vida americano, que perdurou até a __________ econômica de 1929.
Question 6
6.

Question 7
7.

Question 8
8.
Complete corretamente o texto abaixo acerca da crise de superprodução.

A partir de __________ os mercados __________ mostravam sinais de recuperação da Grande Guerra. Paralelamente, adotaram uma série de medidas __________ para reduzir a dependência dos produtos __________.

Nos __________, porém, o ritmo da produção industrial e agrícola __________ vertiginosamente, ultrapassando a capacidade de compra dos mercados interno e externo. Passou a haver, portanto, uma __________ de mercadorias, isto é, uma __________ quantidade de itens para os quais não existiam compradores.
Question 9
9.

Question 10
10.

Question 11
11.

Question 12
12.

Question 13
13.

Question 14
14.

Question 15
15.

Question 16
16.

Ao olhar para o mercado europeu em reconstrução após a Grande Guerra os EUA sinalizavam:

A sua preocupação com a difusão do socialismo, enquanto consolidavam a sua economia capitalista industrial.
O seu interesse em fortalecer a sua economia capitalista industrial, enquanto colaborava com a União Soviética.
A sua vontade de minar o comunismo internacional, enquanto adotava medidas de ajuda humanitária à Europa.
A necessidade de exercer influência econômica sobre a Europa independentemente dos seus aspectos políticos.
A partir da análise da tabela abaixo, selecione os dados pertinentes ao crescimento econômico americano no período entre 1869 e 1924.

Em meados da década de 1920, a posição líquida dos EUA era maior que o capital estrangeiro em seu país.
A partir de 1897 os investimentos americanos no estrangeiro atingiram a marca de um bilhão de dólares.
Durante o século XIX havia mais capital estrangeiro nos Estados Unidos do que investimentos americanos.
Os investimentos americanos no estrangeiro dobraram entre o início e o fim da Grande Guerra.
O capital estrangeiro dentro da economia americana atingiu seu menor patamar depois da Grande Guerra.
A retirada do capital estrangeiro da economia americana coincide com o início da Grande Guerra.
A recessão econômica vivida pelos EUA a partir dos meados da década de 1920 é uma consequência direta:

Da recuperação do mercado europeu e do aumento interno do consumo industrial.
Da desaceleração do consumo interno e do crescimento do desemprego europeu.
Da estabilização econômica europeia e da retração do consumo industrial interno.
Da superprodução industrial de bens duráveis e da queda dos preços de produção.
Leia o texto abaixo.

[...] Na década de 1920, a indústria dos Estados Unidos expandiu-se e a produtividade do trabalhador aumentou. Esse aumento na produção, no entanto, não foi acompanhado de aumentos salariais, pois os salários permaneceram estagnados. Assim, o mercado não teve condições de absorver a quantidade de mercadorias que eram produzidas (nem o mercado americano nem outros países conseguiam absorver essas mercadorias). Isso abalou a esperança de rápida prosperidade de muitos que tinham ações de empresas americanas. Milhares de pessoas resolveram vender as suas ações no dia 24 de outubro de 1929, no que ficou conhecido como Quinta-feira Negra. Nesse dia, mais de 12 milhões de ações foram colocadas à venda, o que deixou o mercado em pânico. Essa situação se estendeu por dias e na segunda, dia 28, mais 33 milhões de ações foram colocadas à venda. Imediatamente o valor das ações despencou, e bilhões de dólares desapareceram. A economia americana quebrou. [...]
SILVA, Daniel Neves. Crise de 1929. Brasil Escola, s.d. Disponível em: <https://bit.ly/3MP2JbD>. Acesso em: 26 maio 2022.

Com base nesse texto, a crise econômica de 1929 teve como uma das suas motivações o:
Desenvolvimento tecnológico e social estadunidense.
Êxodo de pessoas do campo para produzir em fábricas.
Crescimento populacional do mundo capitalista.
Desequilíbrio na oferta e procura de produtos.
Com a observação do gráfico abaixo acerca da produção e do emprego nos EUA entre 1920 e 1938, é possível concluir que:

A eclosão da crise coincide com o ápice da produção e com o pleno emprego.
A produção industrial já mostrava sinais de declínio desde meados dos anos 20.
O desemprego é evidente para cinco milhões de cidadãos no Governo Roosevelt.
O programa de ação do Presidente Roosevelt não reverteu os efeitos da crise.
Ordene de 1 a 8 a sucessão de fatos que levam a economia mundial do entusiasmo americano dos anos 1920 à depressão de 1929.
Auge da produção industrial.
Década Dourada.
Fim da Grande Guerra.
Quebra da Bolsa de Nova Iorque.
Derrubada dos preços de venda de estoque.
Recuperação econômica europeia.
Perca vertiginosa de investimentos na indústria.
Desaceleração do consumo.
Observe a imagem abaixo.


Essa imagem retrata a Bolsa de Valores de Nova York durante a “quebra” em 1929, uma instituição que neste contexto histórico foi marcado pela:
Criação de possibilidades de ascensão social para as camadas populares.
Articulação de intervenções na economia com o intermédio dos governos.
Ampliação na organização de vagas nos mercados de trabalho ocidentais.
Eclosão da instabilidade financeira no mundo capitalista.
O principal efeito da quebra da Bolsa de Nova Iorque na economia internacional pode ser descrito:

Na retirada de investimentos americanos dos mercados exteriores, provocando a ruína generalizada de bancos, empresas e finanças nacionais em proporção global.
No confisco de capitais estrangeiros presentes nos Estados Unidos, provocando a falência generalizada de bancos e empresas americanas no exterior.
Na imediata instabilidade política em decorrência da quebra das finanças nacionais, provocando uma série de revoltas e revoluções socialistas pelo mundo.
Na emissão de um alerta internacional a respeito da falência americana, provocando uma corrida em escala mundial para a salvação das economias nacionais.
Franklin Roosevelt foi eleito presidente dos Estados Unidos em 1932. Seus mandatos foram conhecidos pela adoção de medidas de recuperação econômica que consistiram:

Na adoção de medidas governamentais para auxiliar a população desempregada.
Na concessão de empréstimos às indústrias para reaquecer a produção.
Na promoção de mecanismos legais para assegurar direitos aos trabalhadores.
No controle dos preços de itens fundamentais à subsistência da população.
No investimento em obras públicas de infraestrutura a fim de gerar empregos.
Leia o texto abaixo.

New Deal

[...] Ao sentir os impactos desse processo de artificialização da economia, exigiu-se dos Estados Unidos a criação de um modelo alternativo de desenvolvimento econômico. Eleito presidente em 1932, Franklin Delano Roosevelt tinha como maior desafio reerguer a maior economia da época. Inspirados pelos princípios do economista John Maynard Keynes, um grupo de economistas do governo propôs o chamado New Deal.
Esse plano econômico abriu portas para que o Estado tivesse participação direta na economia nacional. Entre outras ações, o New Deal estabelecia o controle na emissão de valores monetários, o investimento em setores básicos da indústria e a criação de políticas de emprego. Dessa maneira, o governo de Roosevelt buscou uma recuperação econômica segura e gradual. [...]
SOUSA, Rainer. New Deal. Brasil Escola, s.d. Disponível em:<https://bit.ly/3qa6ixs>. Acesso em: 13 jan. 2021. Fragmento.

Esse texto destaca o New Deal como:
Uma aproximação com as propostas econômicas de Estados fascistas.
Uma disputa política entre representantes dos setores econômicos.
Um processo de reestruturação econômica visando o bem estar social.
Um meio de aproximação da economia Capitalista com a Socialista.
No primeiro período de seu longo governo de doze anos, Franklin Roosevelt adotou medidas para resgatar os EUA da crise, no que ficou conhecido como New Deal. Sobre este programa socioeconômico, é correto dizer que:

Aproximou-se da ideia do liberalismo econômico defendida por Adam Smith.
Assemelhou-se aos planos quinquenais soviéticos adotados por Josef Stálin.
Inspirou-se na ideia do estado de bem-estar social defendida por John Keynes.
Conciliou aspectos da doutrina de John Keynes com a NEP de Vladmir Lênin.
O New Deal surtiu os efeitos esperados e em 1935 a economia dos EUA retomou o seu crescimento.
Falso.
Verdadeiro.
Entre as consequências do New Deal, não podemos destacar:
As medidas para conter o consumo, visto como um dos elementos geradores da crise.
A criação de mecanismos de proteção e de assistência às populações vulneráveis.
A execução de um enorme programa de obras públicas visando gerar empregos.
O abandono dos princípios do liberalismo e a adoção de medidas intervencionistas.
A imagem a seguir foi um fiel retrato da Crise de 1929 para o povo dos EUA, uma vez que:

O consumismo do estilo de vida americano, então enaltecido, deu lugar a uma intensa tragédia social.
Exalta o New Deal, programa de medidas governamentais proposto por Roosevelt para sanar a crise.
A recessão, o desemprego e a crise são consequências diretas da falta de consumo de bens duráveis.
As calamidades decorrentes do elevado desemprego seriam consertadas pelo consumismo industrial.