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Período Regencial (1831-1840) - 8C

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Question 1
1.

Question 2
2.
Complete corretamente o texto a seguir acerca do período regencial.


Na história do Brasil as Regências correspondem ao período entre __________, em 1831; e a aclamação de Dom Pedro II, __________. Durante nove anos o Império do Brasil foi governado por um Conselho de Regentes eleito __________, conforme estabelecia a __________ de 1824, já que __________ era menor de idade e não poderia administrar o país até que completasse __________.

A renúncia do primeiro Imperador pegou o parlamento em recesso. Deste modo, até que todos os Deputados pudessem estar no Rio de Janeiro para realizar uma eleição regular, se estabeleceu uma regência de caráter __________ entre abril e junho __________. Quando o Parlamento finalmente pôde se reunir, os Deputados escolheram os três regentes que teriam o mandato limitado __________, no que foi conhecida como __________.

A assinatura __________ __________ mudou as regras da administração política. No lugar de trina, a regência passaria a ser una, ou seja, o Império contaria com __________ e o seu mandato seria de quatro anos. Diogo Feijó entre 1835 __________ e Araújo Lima __________ e 1840 dividiram a função de Regente Uno até o Parlamento antecipar a maioridade de __________.
Question 3
3.

  • Vicente de Paula.
Question 4
4.

Question 5
5.

No governo do regente Araújo Lima (1837-1840) foi aprovada a Lei de Interpretação ao Ato Adicional. Esta lei:

Question 6
6.

Leia o texto a seguir.

"(…) No segundo ano do governo de Araújo Lima aumentaram as disputas políticas no Congresso. (…) por lá os ânimos estavam divididos. A saída veio rápida, e inesperada, a despeito de não ser de todo inusitada. O único consenso possível foi antecipar a maioridade política do menino Pedro, que na época contava apenas catorze anos. (…). Por isso preparou-se um golpe, o golpe da maioridade, e o maior ritual público que o Brasil já conheceu.

Assinale a alternativa correta que contenha o contexto em que ocorreu o golpe a que o texto se refere.

Question 7
7.

O Período Regencial foi marcados por tensas revoltas. Indique em quais províncias aconteceram os levantes abaixo.

  • Farroupilha.
Question 8
8.

“[...] Os problemas sociais foram a causa do levante de bandos armados no Maranhão conhecido como Balaiada. A revolta se iniciou em 1838, sem grande mobilização ou clareza de metas e ganhou o apelido de seu líder, Manuel dos Anjos Ferreira, o Balaio (...) Os setores médios que (...) apoiavam o movimento, preocupados com os rumos que ele tomava, acabaram por apoiar a repressão, iniciada com a intervenção do exército, a qual derrotou os rebeldes em 1841 (...) A insurreição (...) deixou um saldo de 12 mil mortos.”

Leia o texto acima e assinale se a sua proposição acerca da Balaiada é verdadeira ou falsa.

Question 9
9.

Question 10
10.

Question 11
11.

Question 12
12.

Violências sociais abundaram no período regencial, momento em que eclodiram rebeliões populares que foram duramente reprimidas, caso da:

Question 13
13.
Complete corretamente o texto abaixo acerca da Guerra dos Cabanos.

Tendo como palco a província de Pernambuco, __________ eclodiu em __________ a partir das exigências de políticos ligados ao grupo __________, àquela altura inconformados com a mudança no poder local para a mão dos liberais, considerados rebeldes pelas suas ligações com as revoltas de __________ e de __________.

No poder, __________ desligaram dos órgãos governamentais todos os membros da elite que um dia foram aliados __________. A fim de preservar os seus privilégios políticos, os __________ conclamam à luta a população mais simples da província, os ditos __________, assim chamados devido às péssimas condições de vida a que subsistiam.

A __________ não apenas pretendia devolver os centralizadores ao poder, mas restabelecer um reinado para __________. No entanto, ainda que duradoura, a revolta esfriou devido a morte de Dom Pedro I em 1834, fazendo com que os cabanos se rendessem em __________.
Question 14
14.

Leia o texto abaixo.

[...] A importância dos muçulmanos foi tão grande que influenciou na forma como essa revolta foi chamada. A palavra malês é oriunda de imalê, expressão que no idioma Iorubá significa muçulmano.

A revolta contou com a participação de 600 africanos escravizados, e os líderes dela combinaram para que ela acontecesse no final do Ramadã, mês sagrado para os muçulmanos. A revolta ficou marcada exatamente para o dia de Lailat al-Qadr, a festa da Noite da Glória – momento em que o Corão foi revelado para Muhammad (Maomé), o profeta do islamismo.

Os participantes da Revolta dos Malês eram todos africanos, e existem evidências que apontam que, se vitoriosos, os rebeldes pretendiam voltar-se contra toda a população nascida no Brasil. Os envolvidos também eram majoritariamente escravos urbanos, e pouquíssimos escravos da lavoura participaram dessa revolta. Os poucos escravos da lavoura que participaram eram do Recôncavo Baiano (arredores de Salvador). [...]
NEVES, Daniel. Revolta dos Malês. Brasil Escola, s.d. Disponível em: <https://bit.ly/3rrTyEk>. Acesso em: 22 jul. 2021. Fragmento.

Com base nesse texto, a Revolta dos Malês representou a:

Question 15
15.

Leia o texto abaixo.

"[...] A revolta de 1835, também chamada a ' grande insurreição', foi o ponto culminante de uma série que vinha desde 1807. A revolta desses escravos islamizados, em consequência, não será apenas uma eclosão violenta mas desorganizada, apenas surgida por um incidente qualquer. Será, pelo contrário, planejada nos seus detalhes, precedida de todo um período organizativo(...). Reuniam-se regularmente para discutirem os planos de insurreição, muitas vezes juntamente com elementos de outros grupos do centro da cidade.(...) O movimento vinha sendo articulado também entre os escravos dos engenhos e os quilombolas da periferia. (...) O plano não foi cumprido na íntegra porque houve delação. (...) os escravos, vendo que tinham de antecipar a revolta, lançaram-se à carga de qualquer maneira. (...) Derrotada a insurreição, os seus líderes se portaram dignamente."

Sobre a rebelião de escravizados relatada no texto, é correto afirmar que:

Question 16
16.

Leia o texto abaixo.

[...] Período Regencial (1831-1840)

Embora não tenha completado uma década, o Período Regencial registrou uma série de
eventos decisivos e momentos de tensão política. Segundo a Constituição vigente de 1824, a
maioridade para a ocupação do cargo de imperador era 21 anos de idade. Como D. Pedro II tinha apenas 5 anos e 4 meses de idade quando seu pai, Pedro I, voltou para Portugal, a Constituição de 1824 determinava que “Durante a sua menoridade, o Império será governado por uma Regência, a qual pertencerá ao parente mais chegado ao Imperador, segundo a ordem de sucessão, e que seja maior de vinte e cinco anos”. [...]

[...] Durante essa fase, houve diversas revoltas que ameaçaram a unidade territorial do Império, tais como a Balaiada (1838-1841), a Sabinada (1837-1838), a Revolta dos Malês (1835), a Guerra dos Cabanos (1835-1840), a Guerra dos Farrapos (1835-1845), entre outras. [...]
SOUSA, Rainer Gonçalves. Período Regencial (1831-1840). Mundo Educação, s.d. Disponível em: <https://bit.ly/2IFbQwo>. Acesso em: 11 mar. 2020. Fragmento.

Com base nesse texto, o contexto político do Período Regencial no Brasil foi marcado pela:
Foi característica do período regencial a existência de três grupos políticos. Assinale a liderança correspondente, seus representantes e seus ideais.

Cipriano Barata.
Diogo Feijó.
Comerciantes, funcionários públicos e oficiais portugueses.
Camadas médias urbanas.
Comerciantes e proprietários rurais.
Defendiam o retorno de Pedro I.
Defendiam a centralização política.
Defendiam a descentralização política.
Ideias republicanas.
Moderados.
Exaltados.
Restauradores.
Leia o texto abaixo.


Diogo Antônio Feijó foi eleito regente em 7 de abril de 1835, e administrou o país até 1837,
na chamada “Regência Una de Feijó”, após vencer o pleito contra o pernambucano Antônio
Francisco de Paula Holanda Cavalcanti de Albuquerque. [...]

A escolha do primeiro regente único se deu por cerca de cinco mil pessoas, aqueles
considerados cidadãos ativos brasileiros, ou seja, somente os que poderiam votar e ser votados. A população do Brasil era de aproximadamente cinco milhões de habitantes, o que contribuiu para a insatisfação e o surgimento de insurreições por todo o país. [...]
BATISTA, Rodrigo. Regência Una de Feijó. In: História Brasileira. 2009. Disponível em: <https://bit.ly/2L2TkNV>. Acesso em: 9 jul. 2018. Fragmento.

De acordo com esse texto, a insatisfação com a regência de Feijó foi mobilizada por:
Buscava a centralização como forma de enfrentar os levantes provinciais que ameaçavam a ordem estabelecida.
Diante das várias rebeliões regenciais, dos projetos republicanos e da radicalização da situação, reforçou-se uma saída simbólica, sustentada em um regime monárquico de governo, em que só o monarca poderia garantir a unidade nacional.
O golpe da maioridade foi a resposta dos Conservadores às reformas promovidas pelos Liberais, o que reforçou o clima de instabilidade política vivida no país e acentuou a crise política, só superada, por sua vez, com a proclamação da República.
Cabanagem.
Cabanada.
Balaiada.
Sabinada.
Malês.
Rio Grande do Sul.
Grão-Pará.
Maranhão.
Bahia.
Pernambuco.
Leia o texto abaixo.

Balaiada (1838-1841) – Revolta popular no Maranhão

[...] As camadas sociais que mais sofriam com a situação eram os trabalhadores livres, camponeses, vaqueiros, sertanejos e escravos. A miséria, a fome, a escravidão e os maus tratos constituíram os principais fatores de descontentamento popular que motivou a mobilização dessas camadas sociais para a luta contra as injustiças sociais.

A classe média maranhense estava insatisfeita politicamente. Havia aderido aos princípios liberais de organização política, muito difundidos na época pelos opositores da monarquia e adeptos do republicanismo. [...]

Mesmo sem ter sido cuidadosamente preparada e possuir um projeto político definido, a Balaiada eclodiu em 1838. Os balaios conseguiram tomar a cidade de Caxias, uma das mais importantes do Maranhão, em 1839. Organizaram um governo provisório que adotou algumas medidas de grande repercussão política, como a decretação do fim da Guarda Nacional e a expulsão dos portugueses residentes na cidade. [...]
CANCIAN, Renato. Balaiada (1838-1841) – Revolta popular no Maranhão. Uol, s.d. Disponível em: <https://bit.ly/3wVluSi>. Acesso em: 21 jul. 2021. Fragmento.

Com base nesse texto, quais são os principais fatores que desencadearam a Balaiada?
Leia o texto abaixo.

A Sabinada

Entre 1831 e 1833, movimentos de caráter federalista eclodiram em alguns pontos da província da Bahia. Esses movimentos expressavam o descontentamento não só em relação à política centralizadora do Rio de Janeiro, mas também um forte sentimento antilusitano, originado do fato de os portugueses controlarem quase que totalmente o comércio varejista, ocupando, ainda, cargos políticos, militares e administrativos. [...]

Todo o processo de instabilidade por que passava a Bahia culminou com o início da Sabinada, revolta liderada pelo médico Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira. Ao contrário de outros movimentos do Período Regencial, não mobilizou as camadas menos favorecidas nem conseguiu a adesão das elites da província [...].

[...] os sabinos, como ficaram conhecidos os revoltosos por causa do nome de seu líder
principal, conseguiram controlar a cidade de Salvador por quase quatro meses. [...] Os sabinos proclamaram uma República, que deveria durar até que D. Pedro de Alcântara, o príncipe herdeiro, assumisse o trono brasileiro.

No entanto, a Sabinada ficou isolada em Salvador. Os revoltosos não conseguiram expandir o movimento, pois não possuíam o apoio de outras camadas da população. A repressão veio logo: no início de 1838, tropas regenciais chegaram à Bahia. [...]
A SABINADA. MultiRio, s.d. Disponível em: <https://bit.ly/2WAc0PN>. Acesso em: 29 jul. 2021. Fragmento.

Com base nesse texto, a Sabinada foi uma revolução baiana que se caracterizou:
Selecione os fatos correspondentes ao contexto histórico pertinente à Sabinada, 1838.

Ocorrida no Maranhão, tinha por objetivo substituir o governo provincial.
Contou com o apoio incondicional de todas as classes sociais baianas.
Os sabinos tiveram o apoio dos Farroupilhas, também interessados na separação.
O pesado cerco naval à Salvador pôs fim às intensões de Sabino.
Se vitorioso, Francisco Sabino pretendia abolir a escravidão na Bahia.
A separação provisória da Bahia consistia em uma pretensão dos revoltosos.
O nome da revolta deriva de sua principal liderança, o médico Francisco Sabino.
As elites apoiaram a Regência temendo a repetição da Revolta dos Malês.
Sabinada, originada no Maranhão, em regiões paupérrimas de cultivo de algodão e protagonizada por trabalhadores livres e escravos, que contaram com apoio de parte da elite local.
Religião como instrumento de luta pela liberdade jurídica.
Implantação da religião muçulmana a favor do Estado laico.
Utilização do Islamismo para obter ganhos econômicos.
Reprodução do escravismo de acordo com as lógicas do Corão.
Os envolvidos planejavam implantar um território livre no Recôncavo Baiano.
Participaram cativos de diversas etnias que pretendiam acabar com a escravidão na Bahia.
Selecione os fatos correspondentes ao contexto histórico pertinente à Cabanagem, 1835.

Os revoltosos transformaram o Grão-Pará numa república.
A insatisfação com o governo local fiel às políticas da corte.
A superação das críticas situações sociais da população simples.
Os cabanos renderam-se após a atuação do Barão de Caxias.
A busca pelo protagonismo político da província do Grão-Pará.
A submissão dos revoltosos às tropas da Guarda Nacional.
Capital do Grão-Pará, a cidade de Belém foi bombardeada.
A violência foi amenizada com a celebração de um acordo de paz.